Em meio a saunas secas
Banhos frios de um
Percorrer
Constante
Ainda consigo me colocar a dúvida sobre dever.
Dever amar ou não?
Dever sorrir?
Te estender a mão em pura esperança de retorno,
Ou não?
Pois
a escolha racional aconselha que não cedamos muito pra que os ganhos
sejam maiores. Assim nos tornamos uma legião hesitante.
Hesitante de aquecer e carente de calor. Ao relento de uma noção construída de independência atomizada.
E
quem diz. Quem faz a crítica. Que credenciais teria esse quixote dos
tempos de agora, mais um da esquerda festiva longe dos assuntos do
mundo.
De tudo. Pra mim fica um sorriso dopado
de inebriação do amor líquido, que no final a gente acaba querendo beber
até a última gota.
Fica você me ensinando que
não precisa ter medo de repetir o elementar, pois a lição do amor acaba
sendo simples. Amanhã posso pensar diferente, mas hoje com você não me
arrependo de me dar, de pensar que serei pra sempre seu nesse segundo
perto do universo. Pequeno mas muito particular. A vitória da
especificidade.
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